Bebê desaparecido após ser abandonado pelo próprio pai em floresta dos Estados Unidos é encontrado pelado após horas de busca

Menino de apenas um ano foi abandonado por pai em floresta; polícia acredita que o responsável estava drogado

A polícia de Oregon, nos Estados Unidos, encontrou o bebê de apenas um ano que estava perdido em uma floresta, após mais de seis horas de busca. O menino desaparecido estava sem roupas e não apresentou ferimentos graves, sendo encaminhado ao hospital para ser avaliado. O pai da criança foi preso, acusado de abandono de menor. ( Reprodução/Oregon Live Menino de apenas um ano foi abandonado por pai em floresta; polícia acredita que o responsável estava drogado Fonte: Último Segundo – iG @ http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2018-05-12/menino-desaparecido-floresta-encontrado.html )

Segundo o site de notícias “Oregon Live”, a polícia suspeita que Brandon M. Blouin, de 25 anos, estaria sob efeitos de drogas quando abandonou o filho, Bradley Thomas, na área da floresta. Agora que o menino desaparecido foi encontrado pelos agentes, o pai deverá enfrentar acusação de maus-tratos, negligência, agressão e perigo para o bem-estar de um menor, afirmou o xerife responsável pelo caso.

Já a mãe, de 18 anos, que também teria se perdido na mata, foi encontrada pelos policiais e não sofrerá nenhuma acusação em relação ao caso. De acordo com informações da delegacia, o desaparecimento foi relatado pelo próprio pai da criança na última quinta-feira. Os oficiais afirmam que o menor estaria acompanhado da mãe e do pai momentos antes de ser abandonado.

O que se sabe sobre o caso do menino desaparecido

Com apenas um ano, Bradley ficou perdido em floresta por muitas horas e foi encaminhado ao hospital para exames

De acordo com um primeiro depoimento de Blouin aos policiais, “ele, o menino e a mãe da criança estariam passeando na mata em um carro SUV, quando ela saiu do veículo”. Como a mulher não retornou rapidamente, ele teria decidido procurá-la, por isso teria tirado o filho de dentro do veículo. (Reprodução/Oregon Live | Com apenas um ano, Bradley ficou perdido em floresta por muitas horas e foi encaminhado ao hospital para exames)

O xerife acredita que, nesse momento, Blouin teria saído de perto do menino, abandonando-o na floresta. Na busca pela criança perdida foram utilizados drones, helicópteros e cavalos. Após algumas horas sondando a área, os policiais encontraram Bradley deitado no chão a uma distância de quase dois quilômetros do local onde o carro da família havia sido estacionado.

menino desaparecido foi encontrado totalmente sem roupas, assim, um dos policiais o cobriu com sua própria jaqueta. Imagens do momento de resgate foram feitas pelos agentes, que estavam emocionados. A criança foi submetida a diversos exames no hospital, assim como o pai – que deve seguir para a cadeia e enfrentar as acusações na justiça de Oregon.

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2018-05-12/menino-desaparecido-floresta-encontrado.html

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Bandido solto por indulto do Dia Das Mães mata delegado federal a tiros durante assalto a casa em bairro nobre de São Paulo

Dois suspeitos são presos em casa, na região do Morumbi (Foto: Reprodução/TV Globo)

Um delegado da Polícia Federal foi baleado às 7h desta segunda-feira (14), na Avenida Morumbi, Zona Sul de São Paulo, perto do Palácio dos Bandeirantes. Mauro Sérgio Sales Abdo foi levado para o Hospital Albert Einstein, também no Morumbi, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. (Dois suspeitos são presos em casa, na região do Morumbi (Foto: Reprodução/TV Globo)

De acordo com um delegado, dois criminosos invadiram a casa, por volta das 5h, e esperaram na garagem até que alguém acordasse para fazer a abordagem. Mauro Sérgio levantou, desceu as escadas e carregava a arma quando os ladrões anunciaram o assalto. Neste momento, houve troca de tiros. Duas armas foram apreendidas pela polícia.

O delegado foi atingido com três tiros no abdômen e um dos assaltantes, com três tiros na perna e virilha. O ladrão tem cinco passagens pela polícia por roubo e estava em indulto de Dia das Mães, de acordo com um delegado.

Policiais rendem dupla que tentou assaltar delegado da Polícia Federal (Foto: Reprodução/TV Globo)
O suspeito baleado será encaminhado para um hospital. O comparsa foi detido. A região do Morumbi chegou a ser cercada por policiais, que investigavam a participação de um terceiro bandido no crime. (Policiais rendem dupla que tentou assaltar delegado da Polícia Federal (Foto: Reprodução/TV Globo)

Nota de pesar

A Polícia Federal divulgou uma nota de pesar pela morte de Mauro Sérgio Sales Abdo, que tinha 32 anos de carreira e atuava na delegacia de Repressão e Combate aos Crimes Previdenciários.

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“A Polícia Federal em São Paulo manifesta seu pesar aos familiares, amigos e policiais federais e reafirma que continuará envidando todos esforços para contribuir com a solução deste crime, lutando diariamente pela construção de uma sociedade cada vez mais segura”, diz a nota. (Delegado Mauro Sérgio Sales Abdo foi levado para o Hospital Albert Einstein, também no Morumbi, mas não resistiu aos ferimentos e morreu)

https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/delegado-da-pf-e-baleado-no-morumbi-e-suspeitos-sao-presos.ghtml

No caminho de Fábio Assunção, Cauã Reymond se recusa a soprar bafômetro em blitz

O ator Cauã Reymond Foto: Marcos Ramos

Por volta de meia-noite, de sábado para domingo, agentes da Lei Seca pararam, na Av. Lúcio Costa, na Barra da Tijuca, o ator… Cauã Reymond.

O galã não quis fazer o teste do bafômetro, foi autuado e apresentou um condutor habilitado para levar o carro.

https://blogs.oglobo.globo.com/ancelmo/post/parado-na-lei-seca-gala-brasileiro-se-recusa-soprar-o-bafometro.html

Novo vírus pode entrar em celular pelo WhatsApp e acessar quase todas as informações no aparelho

Um novo vírus capaz de acessar informações de um smartphone a partir de aplicativos como o WhatsApp foi identificado por especialistas em segurança. Batizado como ZooPark, o vírus atinge aparelhos móveis Androids e foi detectado atingindo usuários de países do Oriente Médio.

Trata-se de um vírus sofisticado e direcionado. Segundo especialistas, parece ter sido criado com a intenção de se infiltrar nas conversas de determinados usuários localizados em um número limitado de países, como Jordânia, Egito e Líbano.

“Com a nossa estatística de detecção, observamos menos de 100 alvos. Essa e outras provas indicam que eles são especificamente selecionados,” disse ao ZDNet Alexey Firsh, especialista em segurança na Kaspersky Lab, empresa responsável pela identificação do ZooPark.

A ferramenta, que pode ser considerada de ciberespionagem, pode ser uma das mais sofisticadas capazes de atingir Androids. Por conta disso, especialistas acreditam que ela foi desenvolvida por um sistema de inteligência robusto, com muitos recursos – e não vindo de um pequeno grupo de hackers.

Ao ZDNet, a Kaspersky Lab explicou ainda, sem se aprofundar, que “é evidente” que o grupo desenvolvedor do vírus “conta com uma larga experiência em operações de ataque e muitíssimos recursos”.

O ZooPark é capaz de entrar em um celular não só através de conversas do WhatsApp, mas também pelo Telegram. E também de sites, que direcionariam o usuário para baixar o vírus.

Além do acesso às informações, como fotos e senhas, o vírus poderia fazer capturas de tela, gravar e fazer ligações sem que o usuário perceba.

Sem risco para usuários ‘comuns’
Segundo a Kaspersky, o vírus opera desde 2015 e vem evoluindo a cada versão. A versão inicial acessava apenas os contatos e o email conectados ao aparelho. A última, por sua vez, ampliou o acesso às informações, fazendo com que o vírus possa acessar quase todos os dados disponíveis no smartphone.

De acordo com a Kaspersky, não há riscos, a príncipio, aos usuários “comuns”. O ZooPark parece ser uma ameaça dirigida, explicou Alexey Firsh ao EL PAÍS. Ainda ao jornal, o especialista aconselha algumas atitudes de segurança, como não instalar aplicativos de origem desconhecida e ter alguma ferramenta de segurança que ajude a encontrar possíveis ameaças.

Quem for atingido pode nem perceber que está sendo vigiado. Para se livrar do vírus, uma das alternativas possíveis é reinstalar o sistema operacional do aparelho.

https://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/especialistas-detectam-virus-que-pode-entrar-em-celular-pelo-whatsapp-22669334

Cientista de 104 anos morre na Suíça após jornada de 10 mil km em busca do ‘suicídio assistido’

David Goodall

O cientista David Goodall, de 104 anos, morreu nesta quinta-feira em uma clínica na Suiça após escolher encerrar sua vida por meio do suicídio assistido. (David Goodall decidiu antecipar sua morte, mas não podia fazer isso legalmente no próprio país)

Nascido em Londres, o premiado ecologista e botânico vivia na Austrália havia anos e precisou atravessar o mundo para poder morrer.

Ele não tinha nenhuma doença terminal e disse que sua decisão foi tomada porque sua qualidade de vida estava se deteriorando.

Sua viagem de 10 mil km para a Suíça atraiu a atenção de pessoas no mundo todo. Em sua última aparição pública, Goodall disse que estava surpreso com o interesse.

“Eu não quero continuar a viver”, disse ele a reporteres na quarta-feira. “Você quer, na minha idade, e até com menos idade, ser livre para escolher morrer quando é o momento certo para a morte.”

Goodall morreu “em paz” na clínica Life Cycle (Ciclo da Vida), na cidade de Basiléia, segundo Philip Nitschke, fundador da Exit International, o grupo defensor da morte assistida que ajudou o cientista em sua luta para poder encerrar a própria vida.

Em seus últimos momentos, Goodall ouviu Ode à Alegria, parte da nona sinfonia de Beethoven. Sua última refeição foi o clássico inglês “fish and chips” (peixe e batatas fritas), seu favorito, com um cheesecake de sobremesa.

O cientista não quis ser velado nem ter um funeral, mas pediu que seu corpo seja doado à medicina ou que suas cinzas sejam espalhadas na natureza, disse o grupo.

Viagem para a morte

Goodal havia se despedido de sua casa na Austrália na semana passada.

“Lamento muito por ter atingido essa idade”, afirmou o biólogo no seu aniversário no mês passado em uma entrevista para a rede australiana ABC.

“Não estou feliz. Eu quero morrer. Não é exatamente triste. O que é triste é ser impedido de fazer isso”, disse.

A morte assistida foi legalizada em um Estado australiano no ano passado após um debate bastante polêmico – mas, para conseguir isso, a pessoa precisa ser diagnosticada como paciente terminal de alguma doença.

Goodall decidiu, então, viajar para a clínica na Suíça. Ele disse, no entanto, que ficou triste por ter de sair da Austrália para fazer isso. O pesquisador foi acompanhado em sua viagem por Carol O’Neill, representante da Exit International.

Vida ativa

O pesquisador nasceu em Londres, mas vivia sozinho em um pequeno apartamento em Perth, no leste australiano.

Ele deixou seu emprego em 1979, mas se manteve envolvido com sua área de trabalho depois disso.

Entre suas conquistas nos últimos anos, Goodall editou uma série de livros de 30 volumes chamada “Ecossistemas do Mundo” e foi nomeado membro da Ordem da Austrália por seu trabalho científico.

Carol O'Neill e Goodall

Em 2016, com 102 anos, ele venceu uma batalha para continuar trabalhando no campus da Universidade Edith Cowan, em Perth, onde era um associado honorário de pesquisa não remunerado. (Direito de imagemEXIT INTERNATIONALImage captionCarol O’Neill acompanhou Goodall em sua viagem final para a Suíça)

O’Neill disse que a disputa de Goodall para continuar tendo um espaço de trabalho o afetou drasticamente.

Tudo começou quando a universidade levantou preocupações sobre sua segurança – incluindo sua capacidade de se locomover até o local.

Embora Goodall tenha vencido a questão, ele acabou forçado a trabalhar mais perto de casa. Também chegou o momento em que ele foi forçado a parar de dirigir e de se apresentar no teatro, conforme conta O’Neill.

“Esse foi o começo do fim”, disse à BBC.

“Ele foi perdendo a animação, começou a empacotar todos os seus livros. Foi o início de uma fase em que ele não era mais feliz.”

A decisão de Goodall para acabar com sua vida foi acelerada por uma queda grave em seu apartamento no mês passado. Ele ficou dois dias no chão antes de ser socorrido. Depois, os médicos disseram que ele precisaria de cuidados 24h por dia ou se mudar para uma casa de repouso onde tivesse esse tipo de atendimento.

Debate polêmico

A Suíça permite o suicídio assistido desde 1942. Outros países também já liberaram esse tipo de morte voluntária, mas boa parte deles determina a presença de doença e o estado terminal como condições imprescindíveis para a autorização.

A Associação de Médicos da Austrália (AMA) permanece contrária à morte assistida, que é vista por eles como uma prática antiética da medicina.

“Médicos não são treinados para matar pessoas. Na nossa ética e na nossa formação, isso não pode ser apropriado”, afirmou o presidente do órgão, Michael Gannon, durante o debate legislativo do último ano no estado de Vitória.

“Agora, não é todo médico que concorda com isso”, afirmou.

Goodall

Uma pesquisa da AMA indicou que quatro em cada dez membros da associação apoiavam as políticas pelo direito de morrer. (Direito de imagemEXIT INTERNACIONALImage captionGoodall reviu seus parentes mais próximos antes de morrer)

O’Neill disse que o maior desejo de Goodall era morrer pacificamente e com dignidade.

Uma petição online arrecadou cerca de US$ 15 mil para o cientista voar em classe executiva para a Europa. Ele visitou a família na França antes de partir para a Suíça.

O’Neill disse que ele passou os últimos dias revisando as últimas cartas e conversando com sua família, incluindo os muitos netos que tem.

A história do pesquisador chamou a atenção da região em um momento que os legisladores do estado onde ele morava, Austrália Ocidental, avaliam debater uma legislação sobre a morte assistida.

O governo estadual expressou publicamente solidariedade a Goodall, mas afirmou que qualquer legislação a esse respeito envolveria apenas casos de pacientes terminais.

“Meu sentimento é que uma pessoa velha como eu deveria ter todos os seus direitos como cidadã, incluindo o direito ao suicídio assistido”, afirmou Goodall no último mês.

Ele disse à ABC que esperava que o público entendesse sua decisão. “Se alguém escolhe se matar, isso é justo. Não acho que ninguém tenha direito de interferir.”

http://www.bbc.com/portuguese/geral-43958624

Evangélica, Marina assume compromisso com agenda do homossexualismo

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O programa de governo de Marina Silva (Rede) tem um compromisso com o ativismo LGBT para o caso de ela ser vencedora das próximas eleições presidenciais. A pré-candidata ao Planalto assinou uma carta de intenções na última terça-feira, 08 de maio.

Entre os pontos abordados estão o casamento de pessoas do mesmo sexo, adoção, herança e previdência

Essa será a terceira eleição que Marina Silva disputa como candidata à presidência da República. Em 2014, quando substituiu Eduardo Campos (PSB) – morto em um acidente aéreo – Marina Silva se mostrou dividida sobre os compromissos assumidos pela chapa com os ativistas, e depois de uma crítica pública do pastor Silas Malafaia, os tópicos que envolviam as demandas LGBT foram suprimidos do programa.

Agora, Marina Silva – que é evangélica e membro da Assembleia de Deus – adotou um comportamento diferente, de acordo com informações do jornalista Athos Moura, colaborador da coluna de Lauro Jardim no jornal O Globo.

“Marina Silva assinou hoje, no Rio de Janeiro, uma carta em que se compromete a assegurar direitos para os LGBTIs em seu programa de governo. A carta foi entregue à ela por Eliseu Neto e Jobson Carmargo, integrantes da Aliança Nacional LGBTI, organização que elaborou o documento”, informa Moura. “Entre os pontos abordados estão o casamento de pessoas do mesmo sexo, adoção, herança e previdência”, acrescenta.

A união de pessoas do mesmo sexo vem sendo realizada a partir de um precedente aberto por uma decisão do Supremo Tribunal Federal. No entanto, a legislação ainda não foi alterada pelo Congresso Nacional, o que é visto pelos ativistas como um “vácuo” jurídico.

O gesto de Marina Silva em assinar um compromisso com a militância LGBT é um sinal claro de seu compromisso com a agenda progressista, já que ela se posicionou pessoalmente contra o aborto, mas afirmou que compreende que as pessoas queiram que “ninguém possa ter uma gravidez indesejada“, deixando espaço para uma mudança na lei.

Outro ponto é sua oposição radical ao conservador Jair Bolsonaro (PSL), a quem descreveu como representante do “lado escuro da força“: “Um candidato de cunho populista, com viés autoritário muito forte, que não respeita Direitos Humanos, as minorias, e não respeita a própria democracia, muito embora usufrua dela para defender suas ideias antidemocráticas”, afirmou.

Agora, com uma posição mais clara sobre suas ideias, será possível perceber se Marina Silva ganhou ou perdeu votos entre os evangélicos e católicos brasileiros.

https://noticias.gospelmais.com.br/marina-silva-carta-compromisso-casamento-gay-97882.html

Justiça força homofobia entre adeptos do homossexualismo na Lei Maria da Penha

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A Justiça do Distrito Federal decidiu que os casos de agressões a transexuais devem ser julgados com base na Lei Maria da Penha.

A 1ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça aceitou por unanimidade um recurso do Ministério Público do Distrito Federal. Nesse recurso, o órgão pediu que o caso de uma transexual identificada como Raquel tramitasse no Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, com aplicação das normas protetivas previstas na Lei Maria da Penha.

De acordo com o processo, o ex-companheiro de Raquel era ciumento e a agredia física e moralmente. Ele teria se recusado a sair de casa após o fim do relacionamento, controlava os hábitos dela e impedia que ela trabalhasse.

No julgamento em primeira instância, o juiz responsável pelo caso considerou que o relacionamento era abusivo e determinou medidas cautelares de afastamento do lar e proibição de se aproximar e manter contato com a vítima.

No entanto, o magistrado mandou que o processo fosse redistribuído para uma Vara Criminal, porque, para ele, a hipótese não estava amparada pelas normas da Lei Maria da Penha.

Mas, ao julgarem o recurso do MPDFT, os desembargadores do Tribunal de Justiça consideraram que as transexuais também carregam todos os estereótipos de vulnerabilidade voltados ao gênero feminino.

E ponderaram que negar a aplicação da lei seria observar a dupla fragilidade da vítima – por ser mulher e por ser transgênero – mas não garantir qualquer forma especial de proteção.

http://radioagencianacional.ebc.com.br/geral/audio/2018-05/justica-do-df-aplica-lei-maria-da-penha-em-caso-de-agressao-transexual