Estudante morre após ser atingida na cabeça por aparelho na UTI da Santa Casa de Barretos, SP

Beatriz Pires Cardoso morreu após ser atingida na cabeça por aparelho dentro da UTI da Santa Casa de Barretos (Foto: Reprodução/Facebook)

A Polícia Civil investiga se uma estudante de 19 anos morreu em decorrência de negligência médica, após ser atingida na cabeça por um aparelho de monitoramento cardíaco dentro da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Barretos (SP). (Beatriz Pires Cardoso morreu após ser atingida na cabeça por aparelho dentro da UTI da Santa Casa de Barretos (Foto: Reprodução/Facebook))

Segundo o delegado Antônio Alício Simões Júnior, que chefia a investigação do caso, Beatriz Cardoso estava internada desde 16 de setembro com traumatismo craniano causado por uma queda de cavalo. O estado de saúde se agravou após o incidente e ela morreu na noite deste domingo (24).

Procurada pelo G1, a assessoria da Santa Casa de Barretos não se manifestou até a publicação da matéria.

Simões Júnior disse que o caso é investigado como homicídio culposo e que aguarda o exame necroscópico realizado pelo Instituto Médico Legal (IML), além do laudo dos peritos, para esclarecer de quem foi a responsabilidade pela queda do equipamento na UTI.

“Entender se o aparelho estava em local seguro, entender por que caiu. Meu perito vai ao local e identificar o que ocorreu, se alguém puxou o aparelho, é isso o que a gente questiona. As circunstâncias da queda eu não sei ainda”, afirmou.

De acordo com o delegado, o pai de Beatriz procurou o 1º Distrito Policial na última semana, relatando que a filha havia sofrido um tombo durante uma cavalgada em Bebedouro (SP) na tarde de 16 de setembro.

A jovem foi atendida no Pronto-Socorro do convênio médico, onde exames constataram traumatismo craniano. Beatriz foi transferida para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Bebedouro e novos exames confirmaram o diagnóstico.

Simões Júnior contou que a estudante foi então levada à Santa Casa de Barretos, passou por mais exames e acabou sendo submetida a uma cirurgia na madrugada de 17 de setembro. Em seguida, a jovem foi internada na UTI.

“No outro dia, no período da tarde, os pais foram visitá-la. Muito embora ela estivesse sedada, reagia aos estímulos. Naquela noite, o aparelho de monitoramento instalado sobre a cama caiu na cabeça dela. Ela passou por nova cirurgia e foi colocada em coma induzido”, disse.

O estado de saúde da estudante se agravou e ela acabou morrendo na noite deste domingo. O corpo foi levado ao IML e será enterrado nesta segunda-feira (25). O delegado afirmou que investiga se a morte ocorreu por negligência, imperícia ou imprudência médica.

“Identificar quem era o médico da UTI, quem era o corpo de enfermagem naquela noite, para ver a responsabilidade de alguém, e aguardar os laudos. Mas, como houve morte, estou instaurando inquérito por homicídio culposo”, concluiu.

https://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/estudante-morre-apos-ser-atingida-na-cabeca-por-aparelho-na-uti-da-santa-casa-de-barretos-sp.ghtml

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Em plena crise hídrica, água é retirada de rios para encher piscinas no DF

Minervino Junior/CB/D.A Press
Por volta das 10h da manhã, 16 caminhões-pipa formam fila às margens do Ribeirão Riacho Fundo, na Vila Telebrasília. Mesmo em meio ao racionamento, cada veículo sai dali com pelo menos 10 mil litros de água e muitos acabam voltando outras duas vezes ao dia. Uma placa no local anuncia que a captação é autorizada pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa) para caminhões-pipa devidamente outorgados. Em média, por dia, 480 mil litros de água são captados apenas naquele ponto — número suficiente para abastecer 1,2 mil casas com quatro pessoas, por exemplo. O fato abre discussão entre especialistas sobre a cobrança e a utilização dos recursos em tempos de crise hídrica.

As resoluções da Adasa não limitam o volume para captação. Devido à crise hídrica, apenas o horário foi reduzido –  das 6h às 14h. No Distrito Federal, 13 pontos são liberados para captação de água bruta por caminhão-pipa. O recurso, no entanto, só pode ser utilizado para atividades de irrigação, terraplanagem e construção civil. O Correio acompanhou a fiscalização da Polícia Militar Ambiental no local, na última terça-feira. Todos os 16 veículos apresentaram o documento de outorga em dia. O registro tem validade de cinco anos. Segundo a Adasa, não é cobrada a emissão do documento, nem a captação da água dos pontos. Hoje, 554 veículos estão outorgados no DF e possuem licença para fazer retiradas em córregos, nascentes ou riachos licenciados.
Um motorista, que pediu para não ser identificado, contou que a água captada no local é utilizada para regar jardins de clientes que compram o serviço. “Entendemos a crise hídrica, mas esse é o nosso ganha-pão. Coloco comida na minha casa com esse dinheiro. Pego água pelo menos três vezes ao dia. Daqui, vamos regar jardins, principalmente no Lago Sul. Utilizamos os 10 mil litros que o veículo comporta em cada viagem”, contou. “Prefiro fazer a captação aqui, onde a água é mais limpa. Vendo a água para encher piscinas, então isso impacta muito”, informou outro motorista.
Segundo o coordenador de fiscalização da Adasa, Hudson Rocha de Oliveira, a água bruta retirada pelos caminhões-pipa não serve para consumo humano. “A água bruta retirada dos córregos não é potável. Caso haja alguma irregularidade, o dono do caminhão é notificado e nós abrimos processo de fiscalização. A pessoa fica sujeita a uma multa que varia de R$ 400 a R$ 10 mil, dependendo da gravidade da ação e do impacto, até a cassação da outorga”, esclareceu.
Apesar das denúncias, Hudson destacou que a equipe nunca multou ou apreendeu nenhum veículo por distribuição de água indevida. As penalidades já aconteceram em razão de o caminhão estar sem outorga ou ter a licença fora do prazo de validade. “Mesmo assim, quando fazemos a fiscalização é difícil flagrarmos quem não é outorgado. Recebemos denúncias às vezes, mas como um veículo desse porte enche em menos de 30 minutos, quando a equipe chega, já não encontra mais o caminhão”, esclareceu.
Ele explicou que quem atua de forma indevida são motoristas de veículos de outros estados, como de Goiás, que estão executando um serviço no Distrito Federal, ou pessoas que não trabalham com a atividade de forma rotineira, mas estão, temporariamente, com uma obra em andamento.
Debate
Na atual situação do DF, as grandes retiradas de água bruta são apontadas como “absurdas” pela promotora de Justiça de Defesa do Meio Ambiente Marta Eliana de Oliveira. “Em debates sobre como economizar, sempre apertam para o lado do produtor rural, que já está falindo com a crise hídrica. Enquanto isso, tem gente cuidando de jardim e enchendo piscina. Isso é um erro. Paisagismo no cerrado deveria ser de cerrado. Sem usar quantias absurdas de água para irrigação”, declara. Segundo a promotora, é necessário que a Adasa mude a legislação sobre a utilização da água bruta. “Atualmente, produtores rurais e motoristas de caminhões-pipa não pagam pelo uso. Diante da atual situação, talvez seja a hora de abrir debate sobre isso”, argumenta.
Professora do Departamento de Geografia da Universidade de Brasília (UnB), Marília Luiza Peluso reforçou que a água retirada de córregos, riachos e mananciais para irrigação é desproporcional. Segundo ela, há pesquisas que reforçam um consumo de água maior nessas atividades do que o volume usado na agricultura e na indústria, por exemplo. “Isso é totalmente inadequado. A irrigação tem que ser repensada com técnicas de cotejamento. Além disso, há espécies de plantas mais resistentes à falta de água e é importante a conscientização. As pessoas não estão se dando conta do desastre que vem por aí”, alertou.

Ela destacou que a água usada na construção civil e em terraplanagem é necessária, mas precisa ser utilizada com parcimônia. “Se não fizermos o uso desse recurso com responsabilidade, poderemos ter um agravamento da nossa situação. Os projetos de terraplanagem e construção civil, por exemplo, são necessários para a oferta de infraestrutura e para a geração de emprego e renda. Mas a água precisa ser usada de maneira adequada”, alertou.

A Adasa detalhou que, quando começou a regularização da captação de água, em 2009, ao todo eram aproximadamente 50 pontos utilizados pelos usuários. O órgão defendeu que reduziu esse número para 13 e organizou o serviço. “Os pontos foram estrategicamente escolhidos para que não comprometam os mananciais. A Adasa realiza o monitoramento e, quando identifica anomalias, o ponto é suspenso e, muitas vezes, revogado”, informou. A agência esclareceu, ainda, que, em parceria com a Terracap e a Novacap, “está elaborando projeto para revitalizar os pontos de caminhão-pipa, oferecer aos usuários locais mais seguros e preservar os leitos dos rios e córregos do DF.”
Devido à crise hídrica, ficaram suspensas, entre novembro e agosto de 2017, as concessões de novas outorgas para a captação de água subterrânea e por caminhões-pipa. Além disso, ficou permitido que apenas um caminhão retire água por vez no local. Na visita ao Ribeirão Riacho Fundo, a reportagem flagrou a captação sendo feita por dois caminhões ao mesmo tempo. O Correio tentou entrar em contato com a Associação dos Caminhões-Pipa do Distrito Federal, mas não conseguiu retorno.
 
Saúde
O gerente de apoio à fiscalização da Vigilância Sanitária, Leonardo dos Reis Correa, explicou que a Secretaria de Saúde criou uma instrução normativa com critérios para distribuição de água potável por caminhões-pipas. O texto prevê documentações que são necessárias para o transporte de água. Entre as regras está a necessidade de o veículo retirar o recurso de quem tenha autorização para fornecer água tratada, como a Caesb. No entanto, em razão da crise hídrica, o órgão não está mais fornecendo essa opção.
Segundo Leonardo, alguns caminhões têm recorrido a municípios do Entorno. Ele explicou que a atitude não é ilegal, desde que o dono do caminhão apresente o laudo da água que confirme as especificidades para consumo humano. “Caso contrário, a pessoa recebe um auto de infração e uma multa que varia de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão”, explicou.
Leonardo explicou que a água captada de córregos, riachos e nascentes não serve para consumo humano. Caso algum estabelecimento esteja recebendo o recurso de forma ilegal, o proprietário terá o local autuado.
Ato administrativo
Outorga de direito de uso de recursos hídricos é um ato administrativo mediante o qual a Adasa faculta ao outorgado o direito de uso de recursos hídricos, por prazo determinado, nos termos e nas condições expressas no respectivo ato, sendo aplicado neste caso para a captação por meio de caminhão-pipa.
Para saber mais
A autorização de captação de água por caminhões-pipa está na Resolução da Adasa n° 13, de 8 de maio de 2014, e teve algumas alterações na Resolução n° 18, de 27 de outubro de 2016, como restrição do horário neste momento de crise hídrica e captações das 6h às 14h. É considerado caminhão-pipa todo veículo motorizado, equipado com tanque metálico anticorrosivo e de diferentes capacidades de armazenamento, autobomba, válvula e tubulação, utilizado para captar água bruta ou tratada.

Turistas assustados saem correndo da água após avistarem tubarão em praia na Espanha

Turistas foram forçados a sair do mar na cidade espanhola de Benidorm após um tubarão ter sido avistado na parte rasa da praia. (O tubarão foi descrito como tendo cerca de 2,4 metros de comprimento (Twitter.com/shanksy03))

A britânica Julie Roberts, de 56 anos, havia acabado de dar um mergulho na praia de Levante, na Costa Blanca, quando avistou a aterrorizante criatura.

Enquanto saía da água, Julie, de Cheltenham, Gloucestershire, na Inglaterra, disse ao The Sun que os salva-vidas imediatamente começaram a apitar para alertar outros banhistas.

Ela disse: “Nós olhamos para a água e vimos as duas barbatanas vindo na direção da orla. Havia uma pessoa fazendo snorkeling a poucos metros do animal, mas ela não percebeu. Foi assustador”.

Outro turista compartilhou um vídeo da chocante cena no Twitter, comentando que “nunca tinha visto tantas pessoas saindo da água tão rápido”.

Julie acrescentou: “Havia outra mulher nadando sozinha, do outro lado, e ela não percebeu o que estava acontecendo”.

“Todos começaram a gritar para chamar a sua atenção e alertá-la, e eu nunca vi alguém se mover tão rápido quanto ela, ao se dar conta da situação”.

Julie – que estima que o tubarão tinha cerca de 2,4 metros de comprimento – disse que embora ele parecesse estar enfrentando dificuldades na parte rasa da água, conseguiu voltar para o fundo sozinho.

https://br.noticias.yahoo.com/turistas-assustados-saem-correndo-da-agua-apos-avistarem-tubarao-em-praia-na-espanha-075908165.html

ABSURDOS TUPINIQUINS: Defesa de traficante propõe acordo com governo para diminuir violência no Rio

A defesa do traficante Antônio Francisco Lopes, conhecido como Nem, propôs um acordo com o governo para reduzir os índices de criminalidade no estado.

De acordo com reportagem do jornal O Globo, na segunda-feira, Jaime Fusco, um dos que defendem o criminoso, disse na sede da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas (Abracrim) que se colocava à disposição do governo do Rio para buscar uma solução para a violência.

Segundo o jornal, por trás da tentativa de aproximação, estaria uma negociação para trazer o traficante de volta para o estado. Atualmente, Nem está em um presídio federal em Rondônia.

Para o criminalista, com Nem de volta ao Rio, seria possível diminuir até os roubos de cargas, uma vez que a favela da Pedreira, onde mais ocorre esse tipo de crime, é da mesma facção do bandido.

Fusco foi destituído na terça-feira da comissão de segurança da Abracrim – no mesmo dia, ele afirmou que apenas exige o cumprimento da Lei de Execuções Penais.

Nesta quarta-feira, o secretário de Segurança Roberto Sá disse que a polícia não negocia com criminosos, que a polícia prende bandidos entrega à Justiça.

https://br.noticias.yahoo.com/defesa-de-traficante-propoe-acordo-com-governo-para-diminuir-violencia-no-rio-182248038.html

Promotor líder de manifesto contra “bandidolatria” é acusado de fugir sem socorrer vítimas de acidente que causou

O Brasil não é para principiantes, como diria o poeta. Imagina se ele soubesse, então, que um dos líderes da representativa ala do Ministério Público que tem feito campanhas, artigos e eventos contra a “bandidolatria” fosse alvo de uma acusação criminal. É o caso de Eugênio Paes Amorim, autor do manifesto contra a bandidolatria e promotor do júri em Porto Alegre (RS), que se vê agora como acusado em procedimento criminal no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS).

Segundo consta no TJRS, no fim da madrugada do dia 30 de agosto de 2014, na BR-285 que corta o município de Lagoa Vermelha, o Promotor de Justiça, que dirigia uma camionete, invadiu a pista contrária e bateu em um veículo Gol, ocasionando um acidente. Apesar das pessoas que estavam no outro carro terem se ferido, segundo consta no Termo Circunstanciado o promotor teria ido embora sem prestar socorro. As vítimas feridas foram levadas ao hospital pelo SAMU e após realizarem exames, foram liberadas.

Em seguida na sua viagem, o promotor foi abordado pela Polícia Rodoviária de Vacaria, que o questionou sobre o carro, ao que ele respondeu que “havia batido em uma árvore”, mas depois acabou admitindo envolvimento em um acidente de trânsito. Horas depois, à tarde, o promotor telefonou para a polícia, admitiu o envolvimento na batida de carro e solicitou o nome e telefone das vítimas para acionar o seguro. Conforme afirmou o desembargador do caso, Ivan Leomar Bruxel, não se sabe se o seguro foi acionado.

Na primeira audiência do caso, o Promotor não compareceu e em contato telefônico afirmou que não compareceria. Assim, foi julgada prejudicada a proposta de composição dos danos e nova audiência foi marcada, tendo o MP apresentado proposta de pagamento de indenização, o que não foi aceito por ele. Em seguida, nova proposta de prestação de serviços comunitários, por seis meses, com duração de quatro horas semanais foi apresentada. Com isso, a proposta veio para homologação de um magistrado. No entanto, como Eugênio detém foro de prerrogativa por função, o caso foi direto para o Órgão Especial do TJRS.

Por maioria de votos, o Órgão Especial entendeu que a proposta feita de prestação de serviço comunitário não seria suficiente, uma vez que para ele a conduta do Promotor, pela sua representação, não recomenda uma medida alternativa tão simples e branda.

“O autor do fato, como Promotor de Justiça, afastou-se do local do episódio, e só foi identificado ocasionalmente, em abordagem de rotina, com o veículo parado, longe do local do acidente, descansando ou dormindo, e em um primeiro momento teria oferecido informação diversa a respeito dos danos no seu veículo, desdenhou da audiência de composição dos danos e transação penal – enquanto uma das vítimas deslocou-se, de Lagoa Vermelha para Porto Alegre, para estar na audiência, e a outra não veio em função da idade e de alegada repercussão física do acidente – e aparentemente nem sabe se houve indenização por parte da seguradora”, afirmou o relator desembargador Ivan Leomar Bruxel.

O magistrado destacou ainda que deve ser determinada pena de prestação pecuniária, fixada em três salários mínimos para cada uma das vítimas, “pelos dissabores naturais de um acidente de trânsito, com prejuízo emocional e financeiro – pois sabido que eventual indenização da seguradora, em princípio, cobre apenas o dano material do veículo sinistrado”.

Assim, o relator deixou de homologar a transação penal da forma como proposta pelo Ministério Público e ofereceu proposta alternativa de prestação de serviços comunitários, prestação pecuniária em favor das vítimas e suspensão do direito de dirigir por dois meses.

O advogado de Eugênio Paes Amorim, Marcus Vinicius Boschi, não atendeu as ligações do Justificando.

Na sua página de Facebook, o promotor respondeu a matéria dizendo se tratar de uma represália inevitável a quem “fala verdades e desmascara canalhas detentores do poder e movidos por corporativismo criminoso”. Além disso, Amorim afirmou que “Deus é maior e é testemunha dos meus erros – na exata medida deles, sem exageros e maledicência – e dos meus acertos que são bem maiores”. Nada foi dito sobre o caso.

https://br.noticias.yahoo.com/promotor-lider-de-manifesto-contra-bandidolatria-e-acusado-de-fugir-sem-socorrer-vitimas-de-acidente-que-causou-163443410.html

Coroa italiana solteira faz casamento sem noivo para realizar sonho

Vestido de noiva branco, cristais Swarovski, madrinhas, bolo, véu, marcha nupcial e lua-de-mel. A italiana Laura Mesi, de 40 anos, organizou uma festa de casamento como manda a tradição, mas com uma exceção: sem noivo.

A mulher resolveu organizar o primeiro casamento “single” da Itália para realizar seu sonho de infância. A festa, para 70 convidados, ocorreu em um espaço de agroturismo em Vimercate, na Lombardia. A cerimônia foi conduzida por uma amigo da noiva e não tem valor legal ou religioso.

“Há dois anos, tomei uma decisão corajoga: de me casar comigo”, contou a noiva. “Ao contrário do que muitos pensam, isso não vem de nenhum sentimento de recompensa ou vingança. Tenho muitos amigos e uma relação belíssima com os homens. Apenas entendi que vivo bem comigo mesma, e esta é a dimensão da minha felicidade e da minha realização”, confessou.

Laura mora sozinha há cinco anos e, nos últimos dois, começou a pensar em seu “casamento”. “Eu queria me casar, mas sozinha, comigo mesma”, disse a italiana, ressaltando que vários amigos e familiares tentaram fazê-la desistir da ideia. “A coragem de fazer isso é uma prova de maturidade”, comentou.

“Antes de qualquer coisa, é preciso amar a si mesmo. E é possível viver um conto de fadas sem príncipes”, disse.

 https://www.terra.com.br/noticias/mundo/europa/solteira-mulher-faz-casamento-sem-noivo-para-realizar-sonho,9df4d3737df5e4a4a2e9386af35689c53f4n9o7h.html

Imagem de pênis aparece em animação da Netflix e revolta pais

O desenho de um pênis foi notado ao fundo da cena de um dos episódios da animação “A Abelha Maia”, da Netflix. A imagem causou revolta nos pais das crianças que curtem a história. O programa fala sobre uma abelha que deixa sua colmeia para descobrir as belezas da natureza.

O pênis aparece na marca de 18m45 do 35º episódio da primeira temporada. O desenho do órgão sexual masculino é claramente notada em um rabisco na parte de dentro de um tronco. Veja:

Uma mãe, furiosa com a cena, usou o Facebook para mostrar sua frustração. O site BoingBoing captou a reação dela em um post privado: “Eu sei que não estou ficando louca, estou certa de que algo assim não deveria aparecer em uma série para crianças”. Ela concluiu dizendo que está com nojo disso tudo e que nenhuma criança precisa ver algo assim.

A equipe da Netflix tirou o episódio do ar após as reclamações.

https://www.24horasnews.com.br/noticia/imagem-de-penis-aparece-em-animacao-da-netflix-e-revolta-pais.html