Tarado alega amnésia após estuprar bebê e deixá-lo em estrada. Mãe e filha de 9 anos fugiram quando casa foi invadida

Rairone foi preso na sexta-feira (23) (Foto: SSP/ Divulgação)

O homem suspeito de raptar e estuprar um bebê de 4 meses na cidade de Belmonte, no sul da Bahia, disse, em depoimento à polícia, que não se lembra do que aconteceu. A informação foi passada ao G1, neste sábado (24), pelo delegado Moisés Damasceno, coordenador da Polícia Civil na região.

Conforme o delegado, Rairone Moura dos Santos, mais conhecido como Eron, 47 anos, não confessou o crime e declarou que tinha um relacionamento com a mãe da criança abusada. “Ele [suspeito] disse que estava bebendo com a mãe da criança e que acordou na casa dele, tomou ciência do fato por outras pessoas”, detalhou Damasceno.

A mãe do bebê foi ouvida nesta semana e declarou que não tinha nenhuma relação com o suspeito, mas que já tinha sido abusada por ele duas vezes. O delegado afirmou que ela deve ser ouvida novamente.

Rairone tem uma companheira, que mora na cidade de Canavieiras, também no sul do estado, e está grávida. Ele segue preso na Delegacia de Eunápolis. Na segunda-feira (26) ele vai passar por audiência de custódia, onde será decidido se o suspeito segue para o sistema carcerário ou responde ao crime em liberdade.

O bebê, que é uma menina, permanece internado no Hospital Regional de Eunápolis, onde se recupera de duas cirurgias.

Crime

O crime aconteceu no domingo (18), no distrito de Santa Maria Eterna, em Belmonte. Rairone Moura dos Santos foi preso na tarde de sexta-feira (23), em Boca do Córrego, zona rural de Belmonte. Ele foi capturado por populares que acionaram a polícia.

Segundo a polícia, o suspeito percebeu a presença policial e tentou fugir. E foi preciso a ajuda de um vaqueiro, que laçou o acusado, após o cerco montado pelos policiais, diante da dificuldade de locomoção do local onde ele estava escondido.

Conforme disse a polícia, após ter violentado o bebê, Rairone abandonou a criança em uma estrada de chão, enrolada em um cobertor. A criança foi levada para o hospital com muitas lesões e sangramentos.

Após o estupro, a mãe da criança relatou à polícia que o suspeito invadiu a casa onde ela mora para estruprá-la, mas ela saiu correndo, junto com uma filha, de 9 anos. O homem, então, teria raptado a bebê.

Mãe denuncia

A mãe da criança disse à polícia que já foi abusada por Rairone duas vezes, recentemente. De acordo com o delegado Moisés Damasceno, a mãe da criança nunca registrou os casos na polícia.

A mãe relatou à equipe da TV Santa Cruz que era o alvo do suspeito, mas fugiu com uma outra filha, com medo que a menina também pudesse ser abusada por Rairone. A mãe da criança contou que o suspeito, mora em um assentamento perto da casa da família dela, e já tinha ameaçada ela de morte.

Ao voltar para casa, já acompanhada de vizinhos, cerca de cinco minutos após a chegada do suspeito, a criança de quatro meses não foi encontrada no imóvel. O bebê foi achado por populares, cerca de duas horas, e foi levado para o Hospital Regional de Eunápolis.

https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/suspeito-de-estuprar-bebe-de-4-meses-na-bahia-diz-para-policia-que-nao-lembra-de-nada-afirma-delegado.ghtml

Anúncios

Padre ‘pegador’ é enquadrado pela polícia na França

Resultado de imagem para Vincent SterckemanUm padre do norte da França foi acusado e colocado sob controle judicial, suspeito de estupro e agressão sexual contra uma jovem paroquiana, informaram neste sábado (24) fontes judiciais.

“Enquanto o processo judicial está em andamento, o abade Vincent Sterckeman (foto) está suspenso de suas funções como padre e do exercício do ministério sacerdotal”, anunciou o arcebispo de Lille, Laurent Ulrich, no site da diocese.

A vítima, nascida em 1990, apresentou uma denúncia na terça-feira (20) pelos crimes que teriam ocorrido entre 2004 e 2008, quando ela tinha entre 14 e 18 anos.

“Há versões divergentes. O suspeito reconhece as relações sexuais com essa pessoa, mas explica que foram consentidas e que nunca aconteceram antes dos 15 anos” de idade da jovem, explicou à France Presse a Procuradoria de Dunkerque.

O padre, detido na quinta (22), foi acusado nesta sexta (23).

https://g1.globo.com/mundo/noticia/padre-e-acusado-de-estupro-na-franca.ghtml

Gretchen tenta ficar menos feia com tatuagem

Maria Gretchen (Foto: Reprodução/Instagram)

Olheiras escuras e profundas são difíceis de serem disfarçadas com make e às vezes as várias camadas de corretivo pesam no look, você sabe.Gretchen que aos 58 anos sofre desse problema recorreu à técnica da tatuagem criada pelo paulistano Rodolpho Torres. Em seus stories, a cantora comentou animadíssima: “Hoje estou realizando meu sonho, vou tirar essas olheiras horrorosas!”

A cantora explicou que primeiro o tatuador aplica a anestesia local, em seguida, marca a área embaixo dos olhos e depois vem com a tinta permanente no tom da pele. “Não estou sentindo dor. Sabe qual é a sensação? De quando você vai ao destista e ele passa a borrachinha no dente”, ela disse durante o procedimento.

“Por enquanto está inchadinho, mas daqui uns dias vai ficar ES-CÂN-DA-LO!”, disse aos seus seguidores mostrando os resultados. Aprovado?

https://revistaglamour.globo.com/Celebridades/noticia/2018/02/gretchen-aposta-em-tatuagem-para-esconder-olheiras.html

Quatro pessoas já morreram em busca por tesouro de US$ 2 milhões nos EUA

O mito de que existe um tesouro escondido em algum local das Montanhas Rochosas fez mais uma vítima fatal, segundo reporta a BBC. (Foto: © Fornecido por F451 Midi Ltda.)

Jeff Murphy, 53, que vivia em Illinois, morreu no parque nacional Yellowstone em 9 de junho enquanto buscava um tesouro no valor de US$ 2 milhões, supostamente enterrado pelo negociador de arte e milionário Forrest Fenn. No livro de memórias “The Thrill of the Chase”, publicado em 2010, ele diz que enterrou um tesouro “em algum local das Montanhas Rochosas entre Santa Fe, Novo México e a fronteira com o Canadá”.

Repórteres do site KULR 8 entraram com um processo usando a lei de acesso à informação e descobriram que funcionários do parque estavam cientes que antes de morrer, Murphy havia mandado um e-mail para o milionário, confirmando a ligação dele com a caça ao tesouro, que já atraiu milhares de pessoas para a área.

No livro, Fenn incluiu um poema de 24 linhas em seu livro. Posteriormente, em uma entrevista à ABC News, ele disse que os versos eram a chave para “centenas de pepitas de ouro, algumas maiores que ovos de galinha, objetos antigos chineses esculpidos com jade, artefatos animais de ouro da era pré-colombiana, vários rubis, esmeraldas, safiras, diamantes, entre outras coisas”.

Muitas pessoas questionam se este baú seja apenas uma pegadinha, embora Fenn tenha dito dito que o baú esteja escondido em um local acessível até para um homem de 80 anos, e que é possível achar o tesouro sozinho.

Fenn disse que os itens estão enterrados na montanha a pelo menos 1.500 metros acima do nível do mar. Murphy morreu após cair do pico Turkey Pen de uma altura de pelo menos de 150 metros, segundo informa o Washington Post.

O milionário que escondeu o tesouro ofereceu pagar o custo do helicóptero que resgatou Murphy. Embora o NYT tenha notado que a segunda morte por causa dessa caça foi registrada em 2017, ele se defende dizendo que é “sempre trágico quando alguém morre, e esta última morte me atingiu fortemente…a vida é muito curta para vestir cintos e suspensórios. Se alguém morrer afogado em uma piscina, nós não deveríamos acabar com elas, mas ensinar as pessoas a nadarem.”

O jornal norte-americano ainda diz que desde 2016 já faleceram: Randy Bilyeau, 54; Paris Wallace, 52 e Eric Ashby, 31.

Parques nacionais recebem centenas de milhões de visitantes por ano. Então, estatisticamente, continua sendo um programa seguro, ainda que em média de 120 a 140 mortes ocorrem nesses locais — sem contar os suicídios. A maioria das vezes é por afogamento, acidente de carro ou queda.

A polícia já avisou Fenn para encerrar essa caça ao tesouro. Na ocasião, Pete Kassetas, chefe de polícia do Estado do Novo México, disse que “quando se tem US$ 2 milhões em jogo, as pessoas tomam decisões erradas.”

Ele aprendeu a consertar celular no YouTube e já fatura R$ 5 mi

Guylherme Ribeiro, da Suporte Smart: ele abriu seu próprio negócio com apenas sete mil reais no bolso

Muitos potenciais negócios  morrem na praia por conta da falta de conhecimento e de recursos para investir no sonho de empreender. Guylherme Ribeiro, aos 20 anos de idade, encontrava-se nessa situação. (© Divulgação Guylherme Ribeiro, da Suporte Smart: ele abriu seu próprio negócio com apenas sete mil reais no bolso)

“Sempre tive vontade de tentar ter meu próprio negócio, especialmente porque ainda era novo. Mas não tinha dinheiro. Tudo que eu tinha era um carro parcelado em 60 vezes”, conta.

O futuro empreendedor, porém, não desistiu. Idas e vindas o fizeram ter 7 mil reais no bolso e com esse dinheiro ele abriu sua própria loja de smartphones. Enquanto isso, aprendia mais sobre consertos por meio da plataforma de vídeos YouTube.

O esforço deu resultado. Hoje, Ribeiro é dono de quatro lojas próprias iService Soluções e da rede de franquias Suporte Smart, com 22 unidades. Os empreendimentos são especializados em assistência técnica de aparelhos da marca Apple. Apenas em 2017, seus empreendimentos faturaram 5 milhões de reais.

Começo empreendedor

Filho de pais vendedores, Ribeiro nasceu em Curitiba e começou a empreender desde cedo, ainda que não soubesse. Aos 12 anos de idade, não conseguia arrumar um emprego e ganhar seu próprio dinheiro. Então, resolveu vender geladinhos e roupas usadas para seus colegas. Aos fins de semana, também começou a entregar panfletos.

De trabalho em trabalho, aos 18 anos ele já era gerente de uma loja. Sua namorada (e futura esposa) era vendedora e tinha, na garagem de casa, uma loja de artesanatos.

Ribeiro também queria ter seu próprio negócio. Um amigo, que trabalhava como vendedor em uma loja de celulares, via oportunidades e recomendou a Ribeiro que abrisse um empreendimento parecido, vendo tutoriais no YouTube para também oferecer consertos de smartphones.

Porém, tudo que Ribeiro tinha como recursos para abrir o negócio era um carro parcelado em 60 vezes. O empreendedor conseguiu conversar com seu pai, que assumiu o financiamento e deu a ele 7 mil reais em troca do automóvel.

“Abri meu negócio de venda de celulares, chamado Reicell, em 2010. Procurei um ponto de 20 metros quadrados, paguei o primeiro aluguel, pintei o lugar, comprei um balcão e comprei algumas mercadorias em São Paulo. Não tinha nem placa, porque o dinheiro não deu”, conta.

Crescimento e desafios

No primeiro dia, Ribeiro vendeu o equivalente a 100 reais. “Se eu abrisse todos os dias, poderia tirar 3 mil reais. Para mim, era muito dinheiro. Nunca havia ganhado um salário desses”.

O empreendedor abriu sua segunda loja após seis meses. O negócio crescia, o que era ótimo, mas junto vieram muitas dificuldades. Nos dois primeiros anos de negócio, a loja de Ribeiro foi assaltada seis vezes, e todos os celulares que ele vendia foram roubados. “Fiquei com medo e, assim, achei que meu sonho estava acabando.”

Buscando uma nova inspiração empreendedora, Ribeiro fez uma viagem à China em 2014. Visitando mais de 12 fábricas de reposição e vendo suas produções em larga escala, percebeu como o mercado em que estava tinha um potencial muito maior.

“Enxerguei uma oportunidade na área de reposição e de conserto de celulares. Voltei ao Brasil com uma visão mais aberta e muita vontade de empreender”, conta. No mesmo ano, ele mudou sua primeira loja para um imóvel com maior capacidade de estoque e abriu uma importadora de peças de reposição.

Percebendo um andar térreo despovoado em seu novo sobrado, Ribeiro resolveu montar ali outro negócio, completamente focado em consertos para aparelhos Apple. O empreendimento chamava-se iService Soluções. “O conserto de iPhone é o que dá mais retorno financeiro, falando apenas de smartphones. Via pouca procura e pouca margem de lucro com celulares das outras marcas.”

Em apenas seis meses, a iService Soluções já faturava mais que a revendedora de itens chineses. Os bons resultados fizeram com que o empreendedor redesenhasse sua segunda loja, fechasse sua importadora e abrisse outras duas unidades de assistência técnica em shopping centers.

Ao todo, Ribeiro possui atualmente quatro lojas da iService. “Acho que cresci porque agi de forma profissional. Padronizei o atendimento, dei treinamento e uniforme aos funcionários e todos os anos fazemos ações de sustentabilidade para plantar árvores aqui em Curitiba.”

O crescimento trouxe novos desafios. Ribeiro tinha 50 funcionários e não sabia como gerir tantas folhas de pagamentos e aluguéis de pontos comerciais.

“Vi que meu negócio começava a ruir. Decidi fazer cursos, ler livros e contratar consultorias. Só consegui reassumir o controle quando dei um passo para trás. Reduzimos nosso quadro para 35 funcionários e recomeçamos a decolar.”

Franqueamento

No final de 2016, Ribeiro queria abrir mais lojas. Porém, já havia aprendido que não conseguia administrar sozinho sua expansão.

Ao mesmo tempo, o empreendedor prestou atenção no feedback de diversos clientes e turistas em suas lojas de shopping. Eles elogiavam o atendimento e a estética da loja, propondo que a rede chegasse até suas cidades natais.

“Vi que o caminho mais curto para isso era arrumar parceiros que me representassem e que ganhássemos juntos, por meio de franquias. Foi aí que criei a Suporte Smart, uma rede clone das minhas quatro lojas próprias”, conta o empreendedor.

A Suporte Smart vendeu sua primeira unidade em janeiro de 2017, na própria Curitiba. O negócio fechou o ano com 20 unidades e o faturamento total dos negócios de Ribeiro foi de 5 milhões de reais.

© Divulgação Fachada de loja da Suporte Smart

Além da padronização e da importação apenas de peças homologadas, o empreendedor destaca como diferenciais para o crescimento da rede o conserto rápido e as novas formas de prestar o serviço.

“Hoje, 90% dos nossos serviços são feitos em até 40 minutos. Além disso, nosso motoboy próprio pode buscar o celular na casa do cliente e depois entregar, sem custo adicional. Outra opção é um técnico visitar sua casa ou empresa para realizar o serviço lá mesmo. Fazemos isso com bancos, por exemplo, em que os celulares costumam ficar dentro da empresa.”

Para 2018, a meta é terminar o ano com 7 milhões de reais de faturamento. Em janeiro, mais duas unidades da Suporte Smart foram inauguradas.

https://www.msn.com/pt-br/dinheiro/canal-do-empreendedor/ele-aprendeu-a-consertar-celular-no-youtube-e-já-fatura-rdollar-5-mi/ar-BBJuarn

Preso, Dolabella que ganhou R$ 1 milhão em reality não tem R$ 196 mil para pensão de um dos filhos

Dado Dolabella está preso há 17 dias

Fabiana Neves, mãe de Eduardo, de 7 anos, filho de Dado Dolabella, resolveu se manifestar sobre a prisão do ex. A moça falou que não pretende se expor.

“É descabido o uso da minha imagem! Não tenho interesse em expor meu filho e nem a mim”, disse a loira ao jornalista Leo Dias.

A ex do famoso ainda questionou a postura dos veículos de comunicação: “Sou contra esse espetáculo da imprensa”.

Dado, para quem não sabe, está preso há 17 dias por atrasar o pagamento da pensão do menino. Também segundo o colunista, o ator deve o valor de R$ 196 mil que corresponde a praticamente a vida toda da criança.

https://www.msn.com/pt-br/entretenimento/famosos/mãe-do-filho-de-dado-dolabella-se-manifesta-sobre-prisão/ar-BBJtjzU