Cavalo comprado por quase R$ 7 milhões morre um mês após o leilão

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No dia 19 de maio de 2017, o Leilão da Santa Edwiges quebrou recordes. O garanhão Equador de Santa Edwiges, um dos mais reconhecidos reprodutores na atualidade, teve 21 cotas comercializadas que totalizaram o valor de R$ 6,97 milhões, com diversos investidores, incluindo dois novos entrantes na raça, dividindo a compra.

Mas aconteceu o que ninguém esperava. Na noite da última segunda-feira (19/06) o cavalo morreu após apresentar um quadro de desconforto abdominal em Pelotas no Rio Grande do Sul. Ele foi encaminhado para o Hospital Veterinário da Universidade Federal de Pelotas, mas não resistiu. É aguardada necropsia para identificar as causas da morte do animal.

Segundo informações divulgadas no site Freio de Ouro, o cavalo está relacionado no Registro de Mérito da ABCCC e era pai, entre outros, do Freio de Bronze JA Impecável, do Reservado Grande Campeão da Expointer, JA Impulso e do Freio de Ouro JA Libertador. Criado pela cabanha Santa Edwiges, de São Lourenço do Sul/RS, o reprodutor tinha a sua propriedade atual compartilhada em cotas entre um condomínio de criadores.

http://180graus.com/animais/morre-cavalo-crioulo-leiloado-por-quase-7-milhoes-ha-um-mes

Cartilha antitarados no ambiente de trabalho é lançada pela ONU e Brasil

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O Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) lançaram, nesta quarta-feira (21), uma cartilha para ajudar no combate e no reconhecimento do abuso sexual dentro de escritórios e empresas. Nas 26 páginas do exemplar, perguntas e respostas sobre o assunto são elencadas com objetivo de “romper o silêncio” das vítimas.

Responsável por ajudar na elaboração do material, a procuradora do trabalho Sofia Vilela disse que, embora as pesquisas revelem um índice alto de assédio sexual nos ambientes de trabalho, o número de denúncias ainda é baixo. O MPT registrou, em 2016, apenas 252 reclamações de assédio sexual em todo o país; no ano anterior, foram 266.

De acordo com o texto da cartilha, a subnotificação dos casos de assédio sexual e a confusão da prática com assédio moral são grandes. Isso ocorre porque a vítima ainda enfrenta uma série de barreiras e de preconceitos para romper com o silêncio e, em muitos casos, se responsabiliza pela ocorrência.

“A violação é feita por intimidação ou chantagem. As mulheres, principais vítimas, têm dificuldades em denunciar e colher provas, e isso dificulta as nossas investigações dentro do ministério. ”

Segundo Sofia, que também atua na Coordenadoria Nacional de Promoção da Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no Trabalho do MPT (Coordigualdade), em 90% dos casos, as mulheres são os alvos. “As pessoas acham que são brincadeiras, elogios…, mas, na verdade, essas atitudes não deixam de ser uma violação à intimidade das mulheres”, apontou.

Para criar a cartilha foram necessários seis meses de trabalho. O documento foi finalizado com apoio da OIT mediante verba de termo de ajuste de conduta.

A versão impressa da circular conta com um encarte de adesivos com 25 frases destacáveis. São mensagens de conscientização, advertência e de enfrentamento do assédio sexual, que serão usadas em campanhas de conscientização promovidas pelo ministério.

 http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/mp-e-oit-lancam-cartilha-para-ajudar-no-combate-ao-assedio-sexual-em-empresas.ghtml

A serviço dos poderosos da indústria, políticos querem envenenar o povo com transgênicos sem o povo saber

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) pode votar na quarta-feira (21), em reunião a partir das 10h, projeto que muda as regras para identificação de alimentos transgênicos. Segundo o Projeto de Lei da Câmara 34/2015, os produtores não precisarão mais informar no rótulo do produto a existência de organismos geneticamente modificados (OGMs) se a concentração for inferior a 1% da composição total. (Foto: De acordo com o projeto (PLC 34/2015), a letra “T” utilizada atualmente nas embalagens deve ser substituída por indicação escrita de que o produto é transgênico ou contém ingrediente transgênico, e isso deve ser feito apenas se a concentração de OGMs for superior a 1%)

Caso a concentração de OGMs seja superior a 1%, os produtores devem incluir a informação no rótulo, tanto nos produtos embalados sem a presença do consumidor, quanto nos alimentos vendidos a granel ou in natura. Mas, em vez da letra “T” utilizada atualmente, a embalagem deve conter apenas uma indicação escrita de que o produto é transgênico ou contém ingrediente transgênico. Caso fique comprovado que o alimento não contêm OGM, o rótulo pode incluir a expressão “livre de transgênicos”.

De acordo com a proposta, a presença de componentes transgênicos deve ser medida por “análise específica”. O texto não estabelece, contudo, quem será responsável pela avaliação. Um regulamento do Poder Executivo deve definir se a atribuição ficará a cargo de órgãos públicos de vigilância sanitária ou de laboratórios privados.

O relator da matéria na CRA é o senador Cidinho Santos (PR-MT). Ele afirma que os alimentos transgênicos são uma realidade há mais de 15 anos e ainda não há registros de que causem danos diretos à saúde humana. O relator defende o percentual mínimo para que os rótulos indiquem a presença de OGMs.

– O estabelecimento de um limite de tolerância é importante, pois é quase impossível garantir a total segregação dos produtos agrícolas convencionais ou transgênicos, podendo haver algum grau de mistura considerada aceitável e inevitável. No Japão, por exemplo, é obrigatória a rotulagem para produtos com 5% ou mais.

Para o relator, a mudança não ameaça o direito do consumidor à informação.

– Há alimentos que contêm glúten, lactose, gorduras trans ou mesmo sal ou açúcar em quantidades tais que agravam males conhecidos como hipertensão, obesidade ou diabetes. Nem por isso a sociedade tem demandado símbolos destacados (G, para glúten, L, para lactose, ou GT, para gorduras trans), bastando a menção por escrito. O PLC mantém a obrigatoriedade da informação clara, ostensiva e em língua portuguesa.

Posição contrária

Há, no entanto, resistência à proposta no Senado. Em outubro de 2015, a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) aprovou relatório contrário ao PLC 34/2015. Para o relator da matéria na CCT, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), o maior problema do projeto é a exigência de análise específica para medir a quantidade de OGMs na composição final.

– Pela regra atual, havendo matéria-prima transgênica, deverá ocorrer a rotulagem. Não há necessidade de qualquer comprovação laboratorial. Pelo projeto, a identificação da origem transgênica seria realizada no produto final. Na prática, os alimentos que contém OGM em sua constituição são ultraprocessados (como óleos e margarinas, por exemplo), e a detecção da origem transgênica não será possível de ser realizada. (Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2017/06/19/mudanca-na-rotulagem-de-transgenicos-sera-votada-na-comissao-de-agricultura

‘Xuxa’ queima perereca de cliente em sessão de depilação

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O juiz da Quarta Vara Cível de Cuiabá, Emerson Luis Pereira Cajango, determinou que a Espaçolaser, empresa especializada na realização de depilação a laser, arque com os custos do tratamento médico de uma cliente que sofreu queimaduras durante uma das sessões de depilação na clínica.

A decisão, em caráter liminar (provisória), é do último dia 31. Uma das sócias da clínica é a apresentadora Xuxa Meneghel, da TV Record, que possui 50% da empresa.

Na ação, a cuiabana R.A.P. afirmou ter adquirido um pacote de depilação para a região da virilha pelo valor de R$ 1,4 mil. Porém, ao fazer a sessão, acabou tendo suas partes íntimas queimadas, “causando-lhe dores insuportáveis e diversas cicatrizes”.

Salienta que o dano estético causado lhe causou constrangimento, sentimento de vergonha e até mesmo ficando impossibilitada de manter relação sexual com seu marido por aproximadamente quatro meses

“Salienta que o dano estético causado lhe causou constrangimento, sentimento de vergonha e até mesmo ficando impossibilitada de manter relação sexual com seu marido por aproximadamente quatro meses”, diz trecho da ação.

A cliente disse que a Espaçolaser se responsabilizou pelo ocorrido, tendo chegado a firmar um acordo com ela, em que se comprometeu a devolver o valor já pago pelo serviço e ainda adicionou uma cláusula de sigilo, ou seja, que proíbe ambas as partes de divulgar o fato a terceiros.

Porém, R.A.P. contou que precisou fazer um tratamento estético e usar medicamentos para melhorar das queimaduras, tratamento esse que precisa “dar continuidade para a recuperação”.

Além do pagamento do tratamento de forma imediata, no mérito da ação a cliente também pediu indenização por danos morais e estéticos

Falha evidenciada

Na decisão, o juiz Emerson Cajango pontuou que o laudo médico e as fotografias das queimaduras demonstram que, em tese, a cuiabana precisa fazer um tratamento adequado contra as queimaduras.

Além disso, o magistrado destacou que os documentos trazidos na ação evidenciam que a própria empresa admitiu o erro.

“Repisa-se que a falha na prestação de serviço ressai evidenciada notadamente pelo fato da própria ré realizar um termo de acordo com a autora, em que se dispôs devolver os valores pagos, além de colocar uma cláusula em que as partes concordam em manter o acordo sob sigilo absoluto, se comprometendo a não divulgar a terceiros os termos da transação”, continua o magistrado.

Desta forma, o juiz determinou que a Espaçolaser custeie, pelo tempo que for necessário, os procedimentos reparadores das cicatrizes e marcas causadas pelas queimaduras.

Em contrapartida, a cliente terá que apresentar um relatório médico ao final do tratamento. A multa para o descumprimento da ordem é de R$ 1 mil por dia.

O juiz Emerson Cajango, autor da decisão

Sociedade

A apresentadora Xuxa Meneghel se tornou sócia da rede Espaçolaser em 2015, ocasião em que comprou 50% da franquia.

Na época, ela percorreu várias cidades do país – inclusive Cuiabá – para divulgar o negócio, usando sua imagem para dar publicidade ao investimento.

A rede possui pelo menos 46 unidades por todo o país.

Outro lado

A redação entrou em contato com a filial da empresa na qual a cliente foi atendida, mas não conseguiu um posicionamento até a edição desta matéria.

http://www.midianews.com.br/judiciario/clinica-de-xuxa-e-condenada-por-queimar-parte-intima-de-cuiabana/298040

Cão é expulso da polícia por ser dócil demais, mas ganha outro “emprego”

Ser um cão policial não é uma tarefa fácil. É preciso, entre outras coisas, correr atrás de bandidos e farejar objetos suspeitos. Mas nem todos os cachorros estão preparados para isso. O cãozinho Gavel, por exemplo, foi expulso da polícia da cidade de Brisbane, em Queensland, na Austrália, por ser dócil demais para o cargo que ocupava.

De acodo com o jornal britânico Daily Mirror, o cão, que hoje tem um ano de idade, se juntou à corporação em abril do ano passado, quando tinha apenas seis semanas de vida. Ao longo dos treinamentos, porém, ele mostrou-se sociável demais, parecendo mais interessado em rolar e pedir carinho na barriga do que perseguir criminosos. De uma turma de 40 cachorros, Gavel foi o único reprovado.

“Gavel é confiável, sem tendências nervosas. Cães policiais podem ser treinados em algumas habilidades, mas eles precisam ter esses traços básicos já em sua personalidade”, explicou o sargento Dean Hansen, do Batalhão Canino de Brisbane.

Porém, como diz o ditado, quando uma porta se fecha, uma janela se abre. As mesmas características que tornavam Gavel inapto para o serviço na polícia o faziam perfeito para ocupar um outro cargo, o de vice-cão real. O cachorrinho foi “contratado” pelo governo local e, agora, trabalha recepcionando turistas que visitam a sede do Executivo local e acompanhando o governador de Queensland, Paul de Jersey, em alguns compromissos oficiais. Bom garoto!

http://blogs.correiobraziliense.com.br/nqv/cao-muito-docil-e-expulso-da-policia/

Homem é preso por ligar para a polícia apenas para conversar

Um homem de 51 anos da Pensilvânia, nos Estados Unidos, foi detido depois de ligar repetidamente para o serviço de emergência só porque queria conversar com alguém.

De acordo com informações do Daily Mail, a polícia disse que Larry Kreizer ligou para o 911 – número de emergência nos Estados Unidos – porque queria falar com um policial. Quando questionado, no entanto, se ele precisava de uma ambulância, ele disse que não.

O policial que respondeu ao chamado pediu, então, que ele não ligasse mais, a não ser que tivesse algum problema para relatar.

Keiser teria ligado mais cinco vezes num intervalo de 22 minutos levando a polícia a aparecer em sua casa. Segundo as autoridades, ele cheirava a álcool e falava enrolado.

Ele contou aos policiais que tinha tomado várias cervejas porque estava chateado com uma situação familiar. Novamente, teria recusado uma ambulância.

Os oficiais pediram de novo para que o homem não contatasse o 911, a menos que houvesse uma emergência e ele disse que não faria mais isso. Mas apenas um minuto depois que eles saíram de sua casa ele novamente fez uma ligação.

Keizer foi preso e está enfrentando acusações que incluem chamar intencionalmente o 911 para fins que não sejam de emergência, bem como conduta desordenada e assédio. Ele foi liberado depois de pagar fiança de US$ 5.000 (cerca de R$ 16,4 mil).

 https://br.noticias.yahoo.com/homem-e-preso-por-ligar-para-policia-apenas-para-conversar-153645893.html

 

Juíza e amiga levam um cacete ao participar de suruba com vereador Banana e outros em hotel

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Um “encontro íntimo” entre uma juíza, sua amiga e três vereadores do Município de Piraí/RJ, acabou em baixaria, com agressões e até ameaça de morte em um quarto de hotel, em Brasília/DF. O fato ocorreu no dia 28 de abril, mas somente agora foi divulgado e a juíza pediu para não ser identificada.

A juíza conta que estava no quarto com os vereadores Flávio Banana (PTdoB), Júnior Rocha (DEM) e Paulo César Leandro Simplício (PDT), que estavam em Brasília participando da Marcha dos Vereadores, quando sua amiga foi ao banheiro com o vereador Flávio Banana e ela ficou com os outros dois.

Ao ficarem sós, os vereadores Simplício e Júnior Rocha soltaram a franga e, de roupas íntimas, começaram a se beijar e exigiram que a juíza participasse da troca de beijos. Como ela se recusou, os vereadores ficaram furiosos e partiram para agressão.

Irritado, Júnior a agrediu, desferindo-lhe um tapa no rosto e, em seguida, disse: “Essa menina não está com nada”. Atemorizada a juíza gritou e amiga e Flávio Banana saíram do banheiro para ver o que estava acontecendo, mas a amiga da juíza colocou o vestido e fugiu em disparada.
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Durante a confusão, Paulo Simplício se postou na porta do quarto dizendo que ninguém sairia dali, Júnior rebateu dizendo que não havia mais clima para a diversão e saiu, e Flávio Banana, depois de se vestir, meteu a mão na cara da juíza chamando-a de vagabunda e também deixou o quarto.

Como Flávio Banana estava com sua amiga, a juíza o pediu para não deixá-la sozinha com Paulo Simplício, mas ele não a atendeu e saiu, ocasião em que Simplício foi a sua direção, mordeu fortemente sua bochecha e começou a gritar feito louco que ela era belíssima.

Transtornado, Paulo Simplício gritou: “Eu também sou belíssima. Sou a Paloma e você não me conhece”. Em seguida ela foi jogada ao chão e simulou um desmaio, mas Simplício percebeu a jogada e encostou-lhe uma faca no pescoço, dizendo que iria matá-la, beber o sangue e ainda comer a carne dela.

Quando finalmente conseguiu sair do hotel, a juíza encontrou a amiga dela e policiais no saguão. A vítima teve uma hemorragia na glândula parótida e fibrose nos braços, que provocou a perda dos movimentos dos dedos indicador e polegar. O caso foi encaminhado à 5ª Delegacia de Polícia.

http://jornalcapixaba.com/juiza-e-amiga-agredidas-ao-participar-de-suruba-com-vereadores-em-hotel/